Para quem curtiu sábado a fila pro show no Memorial dos Povos do Madame Sataan bebendo uma cachaça com limão e exagerou na cerveja domingo no Hangar ouvindo o jazzista Chucho Valdés e Pablo Milanés, o fim de semana em Belém resultou: óculos escuros, colírios nos olhos, muito sonrisal, alunos babando em salas de aula e trabalhadores com advertências dos patrões.
UAhuhuahauhauahuahau.
O que falar da Sammliz? Eu acho que não ta mais tão tímida assim (pelo menos no palco). Infelizmente não a conheço pessoalmente para dizer fora do show. Uma voz feminina, com performances elásticas e sensuais que cativam o público e levam-nos a loucura. E se alguém pensou que é possível ficar parado no show... pense de novo, porque quando Ivan Vanzar começar a tocar a bateria, Edinho Guerreira a guitarra e Icaro Suzuki o baixo, prepare-se para ter seu coração pulando pela boca.Uhauhauhauhaa. Tanta gente pulando e quase subindo ao palco que até os seguranças precisaram da ajuda do nosso amigo Teo Beltrão para conseguirem acalmar o animo da galera. Para quem não só foi para pular e ficou de olho na telinha, pode ver imagens do documentário da diretora Priscilla Brasil, “Filhas da Chiquita”.
Ah ainda teve o show do La Pupuña domingo de manhã. Falta de vontade não houve, mas sim um baita de sono prolongado até o meio-dia. Mas que foi compensado com um bom descanso para de noitinha poder ouvir o som de um dos integrantes do “Buena Vista Social Club”, nome dado ao grupo formado por músicos que freqüentavam o clube de mesmo nome em Havana, Cuba.
UAhuhuahauhauahuahau.
O que falar da Sammliz? Eu acho que não ta mais tão tímida assim (pelo menos no palco). Infelizmente não a conheço pessoalmente para dizer fora do show. Uma voz feminina, com performances elásticas e sensuais que cativam o público e levam-nos a loucura. E se alguém pensou que é possível ficar parado no show... pense de novo, porque quando Ivan Vanzar começar a tocar a bateria, Edinho Guerreira a guitarra e Icaro Suzuki o baixo, prepare-se para ter seu coração pulando pela boca.Uhauhauhauhaa. Tanta gente pulando e quase subindo ao palco que até os seguranças precisaram da ajuda do nosso amigo Teo Beltrão para conseguirem acalmar o animo da galera. Para quem não só foi para pular e ficou de olho na telinha, pode ver imagens do documentário da diretora Priscilla Brasil, “Filhas da Chiquita”.
Ah ainda teve o show do La Pupuña domingo de manhã. Falta de vontade não houve, mas sim um baita de sono prolongado até o meio-dia. Mas que foi compensado com um bom descanso para de noitinha poder ouvir o som de um dos integrantes do “Buena Vista Social Club”, nome dado ao grupo formado por músicos que freqüentavam o clube de mesmo nome em Havana, Cuba.
E com toda essa ressaca ainda tem mais nesta segunda (maldita). O Maurício Kubrusly fala sobre o livro “Me Leva Brasil”. É só aparecer pelo Angar as 15:00 me procura e leva um sonrisal e uma coca-cola e batemos um bom papo.
Até lá e descansem todos para não perderem aula e serem demitidos do trabalho.


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